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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Já conhece The String Quartet?



Alguém gosta de música clássica?
Não conheço muito, mas admiro quem é fã e sempre quis tocar piano, violino, harpa... Bem, é a primeira vez que escrevo sobre aqui no blog, então não me condenem.

Pois estou falando de The String Quartet, um grupo de músicos que tocam suas próprias versões eruditas de músicas das mais diversas bandas mainstream. Meu amigo Paulo (que já apareceu algumas vezes aqui no blog, nhoc.) me mostrou uma versão de "Knights of Cydonia", do Muse feita pelo The String Quartet, e eu fiquei encantada. Por isso achei legal compartilhar com vocês, já que têm um ótimo gosto musical. Logicamente, não é algo ~~completo~~, sentimos falta dos outros instrumentos, porém fica maravilhoso como música de fundo em sites/eventos e vocês vão concordar que é muito inspirador.

Vou mostrar algumas que gostei comparando com as versões originais, junto com alguns pequenos comentários!



Para quem ainda não sabe, "Starlight" é minha música preferida do Muse, é uma das únicas que ainda conseguem me emocionar (emocionar ≠ chorar) mesmo após a ter ouvido milhares de vezes. Com violinos, então...





















"Sunburn" consegue ser a melhor música do primeiro álbum de estúdio do Muse, o "Showbiz". É o tipo de música que você tem um eargasm toda vez que a ouve, e, nessa versão, o refrão ficou excepcional.




















Algum fã de The Beatles? Nós amamos! E a animada "Can't Buy Me Love" ficou suave e eloquente (sim, mesmo sem os vocais do Paul McCartney), e serviria muito bem para uma trilha sonora de filme antigo.





















Eu sou o tipo de pessoa que sente muita falta do Linkin Park antigo, mesmo. É a única banda que consegue ficar incrível sempre mesmo com rap misturado, é algo que não fica cansativo ou chato, principalmente nos dois primeiros álbuns. E "One Step Closer", do "Hybrid Theory" na versão do The String Quartet, me faz sentir dentro de um filme de aventura em uma cena cheia de ação! Ou ao menos, assistindo a uma no cinema, cof.





















Bom, um dos meus maiores vícios da vez é My Chemical Romance, que se tornou uma das minhas bandas preferidas em muito pouco tempo. Sou completamente apaixonada principalmente pelos três primeiros álbuns, e "Welcome To The Black Parade", que é totalmente épica e excepcional, ficou triste e melancólica nessa versão. Os violinos me deprimem, e isso foi um ponto à favor do The String Quartet.





















Só demonstra a complexidade e a perfeição dos instrumentais do Panic! At The Disco. É como se a música toda se transformasse em um solo de violino (poderia ser feito a mesma coisa com a guitarra, porém não ficaria tão suave como.) e realçasse todos os detalhes e instrumentos de uma forma só, se transformando em uma melodia encantadora e surpreendente. "I Constantly Thank God For Esteban" foi uma das melhores versões do The String Quartet, assim como o próprio tributo para a banda é maravilhosamente perfeito.



















E então, acho que é isso. Não quis colocar muitas versões para não encher vocês e nem lotar a página principal (desculpa, mas vai ficar feio se colocarmos o "clique para continuar lendo...", humpf.), mas se curtiram The String Quartet como nós, dê uma pesquisada no YouTube que vocês vão achar tributos de muitas, muitas bandas!

Depois quero saber o que acharam. xx

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

No Doubt em tributo divo à Paul McCartney



Eis que uma das maiores bandas da década de 90 faz cover em tributo a Paul McCartney, integrante da maior banda de todos os tempos. Tudo isso e muito mais rolou no Kennedy Center Honors em tributo à Paul McCartney ontem, 28 de Dezembro, e claro que nós do blog adoramos.

No Doubt pode não ser muito conhecido por essa geração, infelizmente, por isso faço questão de recomendar alguns de seus grandes hits, Spiderwebs, Underneath It All e Hella Good.
A banda apresentou duas canções dos nossos queridos Beatles: "Hello Goodbye" e "Penny Lane", e foi aplaudida por Paul, Barack Obama, Julia Roberts e muitas outras celebridades presentes no local.



Ficou ou não ficou incrível? Estou morrendo de de ansiedade para o novo álbum do No Doubt, que promete vir com tudo e reavivar o amor de todos pela banda.
Aliás, não foi só a banda que marcou os anos 90 e esteve presente no tributo, Dave Grohl (ex-Nirvana, Foo Fighters) também apareceu por lá. Steven Tyler e outros nomes também estiveram por lá.



Só eu que achei que o Paul tentou mas não conseguiu acompanhar a música da platéia? Só eu que achei que a Oprah ficou com cara de desdém?

domingo, 31 de outubro de 2010

Playlist da Semana: This Is Halloween! Halloween!



Antes de qualquer coisa, quero avisar que por um tempo indeterminado vocês só vão ver posts meus, porque o Alph está estudando hard. Então boa sorte para ele - apesar que ele provavelmente postará uma vez ou outra, como você pode ver no post anterior -, e espero que ele consiga seu objetivo, né! ♥
Por isso vou ~~tentar~~ dar conta de tudo, tanto que essa playlist será feita forever alone.

Bom, hoje é Halloween, e não há coisa mais digna do que uma Playlist da Semana com o mesmo tema, não? Uma seleção de músicas que, particularmente, me assustam bastante, ou retratam o medo. Talvez elas te façam sentir que você está em uma festa de Halloween típica de filmes americanos ao invés de estar sentado em frente ao computador lendo meu post!

Good Luck! x





A música é levinha, mas a pegada dark a deixa mágica e bem feita. Nós simplesmente AMAMOS Lily Allen, é sem sombra de dúvida nossa rainha da música britânica. "Friday Night" consegue ser toda fofa também, sempre imagino o clipe com pessoas vestidas de fantasminhas assustando umas as outras e batendo nas portas da vizinhança falando "Doces ou travessuras?" em uma noite de Halloween!











Nina Hagen já é toda bizarra hoje em dia, imagina nos anos 80, quando ela apareceu? Ela também não é muito conhecida atualmente, porém não deixa de ser muito diva. A cantora alemã gravou uma outra versão da música "New York, New York" do Frank Sinatra, mas com batidas dos anos 80 e suas extravagâncias vocais, vindas de seu treinamento para cantar música lírica. Convenhamos, apesar de ser uma ÓTIMA artista, ela assusta um pouco, não?











Minha intenção ao escolher Linkin Park não foi demonstrar o medo de susto, que é o do Halloween. Porém se enquadra no tema "medo", então não vejo porquê não colocar. A banda americana está sendo minha obsessão essa semana, com instrumental forte e sofisticado + rap escutável (do estilo dos mais antigos, sabe? Daqueles que são essenciais na música, e é ótimo de se ouvir.) + screamo + awesome lyrics, ou seja, a perfeição em si. Escolhi "Numb" porque se refere a pessoas entorpecidas após um grande acontecimento emocional. De certa forma, é um tipo de medo, de terror, mas mais humano e real.











Por mais incrível que pareça, Evanescence foi uma banda que fez parte da minha infância, e que foi muito importante na construção da minha personalidade. Foi um pouco difícil escolher uma música porque todas são magníficas, eu recomendaria os dois álbuns inteiros, mas fique com "Lithium" e "Call Me When You're Sober". Aliás, nem preciso comentar do quanto eu amo a voz da Amy Lee, né? Agora "Going Under" é toda diva e especial, amo ela demais. Ela é assustadora sim, e apesar de não estar explícito na letra, eu imagino mortos puxando meu pé de noite para ir pro Inferno, é.











Desculpe por colocar Muse mais uma vez, mas não tinha outro jeito. Acho que uma de suas músicas mais assustadoras é "Time Is Running Out", que ganhou um vídeo do mesmo nível. Pessoas envolvidas naquela sincronia, mortes demonstradas de forma natural que chega a ser engraçado. Cínico. A canção do terceiro álbum de estúdio da banda, "Absolution", retrata a morte de uma forma um tanto diferente, com várias conotações. Por isso deixo por sua conta o modo de interpretar a música, mas, não dá para negar que ela é um tanto macabra.











Se você conhece Kelly Osbourne, com certeza conhece seu pai, o eterno Ozzy Osbourne. O Pai do Heavy Metal seguiu carreira a solo depois de se separar de sua antiga banda, Black Sabbath, e "Mr. Crowley" foi a segunda música de seu primeiro álbum solo após a separação da banda. Ela é toda tensa e satânica, e até meio sem sentido, mas é isso que a deixa digna de estar aqui. E vamos fingir que eu nem me apaixono perdidamente pelos solos toda vez que a escuto.











Sinceramente, acho que não existe música mais medonha do que "Revolution 9", do The Beatles. Não sei o que deu na cabeça do John e do Paul ao fazer essa música, porque olha, a combinação de música reversa e efeitos sonoros estranhos me FUCKING FAZ CHORAR DE MEDO TODA VEZ QUE EU OUÇO. Sem exagero, leva a loucura. É a canção mais longa de toda a carreira dos Beatles, e até que é bem desconhecida. Muitos entram em dorgas ou começam a rir do nada, mas é que uma coisa tão do outro mundo que me assusta. Você não sabe mais o que sente, é. Música estranha, de um álbum estranho. Morri.





domingo, 5 de setembro de 2010

Playlist da Semana: Lost In My Cartoon World



Chegamos com mais uma playlist.
A de hoje será baseada em vídeos também como a de volta às aulas, onde haverá o clipe e a descrição. Aliás, desculpem o atraso, cof.

Somos completamente apaixonados por desenhos animados, então fizemos essa playlist com clipes que possuem animações divas! Foi um tanto difícil escolher, já que tem MUITA coisa boa, tanto que deixamos vídeos perfeitos e originais (é difícil ser original hoje em dia, não acha?) para trás, como Lucy In The Sky With Diamonds (The Beatles), She Bop (Cyndi Lauper), Californication (Red Hot Chili Peppers), Na Sua Estante (Pitty) e Why Do You Let Me Stay Here? (She & Him), mas que mereciam estar aqui. Então recomendo ver também.

Enjoy!~





Como não amar U2?
A banda irlandesa - uma das mais famosas bandas de rock da atualidade - apelou novamente pro lado emotivo em "I'll Go Crazy If I Don't Go Crazy Tonight", e criou uma animação extremamente bem feita e encantadora. No começo é um pouco difícil de se entender, mas aos poucos você vai se situando em cada uma das histórias comoventes do clipe, que se interligam formando um fundo social bonitinho. É todo deprimente e fofo, mostrando que não estamos completamente sozinhos e nunca é tarde para mudar. E a música, sem comentários, né? Simplesmente U2.





"On Melancholy Hill" é o terceiro single do mais novo álbum do Gorillaz intitulado "Plastic Beach". O vídeo é a sequência do anterior "Stylo", e narra a história de nossa banda animada favorita (que não poderia de jeito nenhum estar fora da playlist, é.) até a tal "Ilha de Plástico".
A banda que já existe há mais de uma década provou que poderia voltar com tudo novamente. Só para entenderem um pouco... Noodle sumiu desde o vídeo de "El Mañana" há muitos anos atrás, e esse vídeo marca sua volta. Estamos ansiosos para a sua continuação.





Ah, vídeos dos anos 80!
Na minha listinha de melhores vídeos ever, "Take On Me" retrata uma garota que se apaixona por um desenho e passa por grandes dificuldades por causa do choque entre realidade e fantasia. Mas no final ocorre tudo bem e ela consegue ficar com seu galã rockabillie super divo. É sofisticado e épico, e mistura história em quadrinho e gravações reais, com uma música dançante e feliz.
Agora imagine isso tudo em 1985. Não é muito amor?





"Lollipop" é toda gay e feliz, inspirada na Chapéuzinho Vermelho saltitando por uma terra colorida (saudades de quando colorido não era relacionado a Restart...) e cheia de doces e fugindo do Lobo Mau. É super fofa e nhonhoc, toda trabalhada na animação em 2D e com a letra da música "escondida" pelo clipe.
Sem falar na composição da música e dos vocais, dá até vontade de sair dançando por aí com uma cestinha de doces, own.





O vídeo é totalmente em animação, com traços de anime e uma atmosfera inspiradora. É o tipo de coisa que mais me dá vontade de voltar a escrever, já que como em "I'll Go Crazy If I Don't Go Crazy Tonight", do U2, as várias histórias se interligam e formam uma narrativa com várias conotações, com conteúdo dramático, complicado e cheio de pavor.
E é claro, Linkin Park NUNCA decepciona, é. Digníssimo.





Outro ótimo vídeo de uma ótima banda, que fez parte da minha infância.
"Do The Evolution" com certeza é uma advertência de um provável futuro da humanidade, onde os homens matam uns aos outros para alimentar a ganância. Nele se passa desde os tempos primordiais, fazendo referência à Pré-História, às Cruzadas e à Primeira Guerra Mundial até um suposto fim, mostrando o ponto de vista crítico da banda.
Acho coisa de gênio, e você?





Coldplay já passou por nossas playlists, mas é digno de aparecer de novo.
"Strawberry Swing" é no mínimo, uma perfeita obra de arte em clipe. Quem não se encanta pelo stop motion e pelos desenhos que compõem as diferentes situações apresentadas por Chris Martin? Não, não há o que questionar, é um dos melhores clipes de 2009, se não o melhor.
Quer algo mais sofisticado do que Coldplay?