Ok. Para quem esperava que o terceiro single do "Danger Days: The True Lives Of The Fabulous Killjoys" fosse uma continuação de "Na Na Na" e "SING", é capaz de se decepcionar. Não é o meu caso, já que ADOREI "Planetary (GO!)" desde a primeira execução, e acho que o clipe ficou ótimo, na verdade. Confira abaixo:
SIM. Eu geralmente não costumo curtir vídeos com performances ao vivo (como por exemplo, "Careful".), mas acho que não tem como não gostar desta. Digo, deu para VER o verdadeiro My Chemical Romance ali, eles tocando e de fato sendo eles mesmos. Não que eles não sejam eles mesmos nos vídeos com história, não foi isso que eu quis dizer; sempre colocamos um pouco de nós em nossos personagens.
Por isso eu gostei, gostei de verdade. Enxerguei sentimento, mas agora estou esperando a continuação da história né, cof. "The Only Hope For Me Is You"?
Aliás, perceberam que os vídeos estão seguindo uma ordem? Ainda tenho esperanças de que haverá um vídeo para cada faixa do álbum. Deixa eu sonhar, poxa!
Bom dia, coisas lindas. Como vocês podem ver (não levem a atmosfera fúnebre tão a sério, tudo tem a ver com o nosso humor.), estamos com mais uma Playlist da Semana linda e com um tema que surgiu enquanto eu estava fazendo lição de Matemática. Aquela equação de primeiro grau retardada, sabem? Desculpa se sou pirralha e ainda estou na 8ª série.
Porém, o que importa é que acabei adorando o tema dessa vez. Pois é, aquela última música do álbum, que geralmente é esquecida pelo mundo, mas que é incrível e consegue fechar o álbum de uma maneira perfeita. Minha intenção não é fazer indicação nesse caso, tanto que vocês devem conhecer tudo o que aparecer aqui, só queria mostrar as músicas maravilhosas que se situam no fim do álbum. A maioria é porque o caracteriza, ou tem um ótimo conceito, ou... Enfim.
Until it ends, there is no end. x
"This world is a whore!" Não sei, "Petals" me passa um sentimento de nostalgia, algo bem verão e típico da adolescência. Na verdade, o "Celebrity Skin", terceiro álbum de estúdio do Hole inteiro me faz sentir assim. Algum tipo de sentimento de liberdade e animação em toda execução do álbum, e que só se completa com esta incrível canção.
"They love to tear you down, down, down. Living in this sweet soul town fall into the sound." Fastball é uma banda que faz parte da minha vida, principalmente por crescer ouvindo o "All The Pain Money Can Buy" em casa. Hoje amo todas as músicas do álbum, mas quando era menor, adorava especialmente "The Way" e "Fire Escape". Já hoje, não falando só de Fastball, mas das músicas em geral, "Sweetwater, Texas" é uma das que mais me inspiram, e que eu sou completamente apaixonada.
"All we are, all we are is bullets, I mean this..." E então, "Demolition Lovers". É a faixa do "I Brought You My Bullets, You Brought Me Your Love" que dá a continuação para o "Three Cheers For Sweet Revenge", e é a canção que mais me afeta do álbum, e que envolve todo o conceito dele. O "Bullets" tem toda uma sequência de fatos e muita carnificina, por contar a história de dois amantes. Já no fim do álbum, é declarada a morte e todo o amor do casal desenvolvido desde o início. Incrível.
"But if stars, shouldn't shine by the very first time. Then dear it's fine, so fine by me." O "XX" não é somente considerado como um dos melhores álbuns de 2009, como é um dos melhores que eu já ouvi. As músicas se completam de uma maneira encantadora que só The xx sabe fazer. Eu, particularmente, acho "Stars" uma das melhores faixas do álbum, com riffs suaves que não poderiam tornar o desfecho melhor. Parabenizo The xx por ser uma das bandas mais legais de se escutar.
"And I can't find the words to make it sound unique but, honestly you make me strong!" Eu já anseava faz um bom tempinho por novidades da nossa querida Kate Nash, e minha espera acabou em Abril do ano passado, com o maravilhoso "My Best Friend Is You". O álbum todo é uma viagem animada e motivadora, e assim como seu anterior, o "Made Of Bricks", não tem uma única faixa na qual eu não gosto tanto assim. E toda a perfeição termina com a fofa "I Hate Seagulls", que me encantou especialmente pela letra simplória e ao mesmo tempo significativa. Me identifiquei MUITO com ela, e, é claro, acabei adorando os minutos de silêncio seguidos pela hidden track, "My Best Friend Is You". Não se deixem enganar, ela é inteiramente ótima, e talvez até, a melhor parte do álbum.
"Because all over town, yes all over town there are people who would undermine you if they could. Don't let them in..." The Kooks é vida. Adoro os dois álbuns, mas o "Konk" em especial (& juntamente com seu "Rak" delicioso!) sempre foi mais adorado por mim e pelos fãs em geral. Muitos consideram "All Over Town" como uma hidden track de "Tick Of Time" após o minuto de silêncio, porém, oficialmente a música é a última faixa do álbum. E que vale por ele inteiro. Nem comento mais nada, desfrutem a canção e entendam porquê tive que a colocar aqui.
"I never meant to cause you any pain." Sou a única do mundo que acha Prince superior à Michael Jackson, mas enfim. "Purple Rain" & seu álbum homônimo marcaram a década de 80 (que na maioria dos aspectos, é bem melhor do que esta.), e são bastante lembradas até hoje. Por isso... Não tem melhor maneira do que finalizar uma playlist que fala sobre o fim.
Alguém gosta de música clássica? Não conheço muito, mas admiro quem é fã e sempre quis tocar piano, violino, harpa... Bem, é a primeira vez que escrevo sobre aqui no blog, então não me condenem.
Pois estou falando de The String Quartet, um grupo de músicos que tocam suas próprias versões eruditas de músicas das mais diversas bandas mainstream. Meu amigo Paulo (que já apareceu algumas vezes aqui no blog, nhoc.) me mostrou uma versão de "Knights of Cydonia", do Muse feita pelo The String Quartet, e eu fiquei encantada. Por isso achei legal compartilhar com vocês, já que têm um ótimo gosto musical. Logicamente, não é algo ~~completo~~, sentimos falta dos outros instrumentos, porém fica maravilhoso como música de fundo em sites/eventos e vocês vão concordar que é muito inspirador.
Vou mostrar algumas que gostei comparando com as versões originais, junto com alguns pequenos comentários!
Para quem ainda não sabe, "Starlight" é minha música preferida do Muse, é uma das únicas que ainda conseguem me emocionar (emocionar ≠ chorar) mesmo após a ter ouvido milhares de vezes. Com violinos, então...
"Sunburn" consegue ser a melhor música do primeiro álbum de estúdio do Muse, o "Showbiz". É o tipo de música que você tem um eargasm toda vez que a ouve, e, nessa versão, o refrão ficou excepcional.
Algum fã de The Beatles? Nós amamos! E a animada "Can't Buy Me Love" ficou suave e eloquente (sim, mesmo sem os vocais do Paul McCartney), e serviria muito bem para uma trilha sonora de filme antigo.
Eu sou o tipo de pessoa que sente muita falta do Linkin Park antigo, mesmo. É a única banda que consegue ficar incrível sempre mesmo com rap misturado, é algo que não fica cansativo ou chato, principalmente nos dois primeiros álbuns. E "One Step Closer", do "Hybrid Theory" na versão do The String Quartet, me faz sentir dentro de um filme de aventura em uma cena cheia de ação! Ou ao menos, assistindo a uma no cinema, cof.
Bom, um dos meus maiores vícios da vez é My Chemical Romance, que se tornou uma das minhas bandas preferidas em muito pouco tempo. Sou completamente apaixonada principalmente pelos três primeiros álbuns, e "Welcome To The Black Parade", que é totalmente épica e excepcional, ficou triste e melancólica nessa versão. Os violinos me deprimem, e isso foi um ponto à favor do The String Quartet.
Só demonstra a complexidade e a perfeição dos instrumentais do Panic! At The Disco. É como se a música toda se transformasse em um solo de violino (poderia ser feito a mesma coisa com a guitarra, porém não ficaria tão suave como.) e realçasse todos os detalhes e instrumentos de uma forma só, se transformando em uma melodia encantadora e surpreendente. "I Constantly Thank God For Esteban" foi uma das melhores versões do The String Quartet, assim como o próprio tributo para a banda é maravilhosamente perfeito.
E então, acho que é isso. Não quis colocar muitas versões para não encher vocês e nem lotar a página principal (desculpa, mas vai ficar feio se colocarmos o "clique para continuar lendo...", humpf.), mas se curtiram The String Quartet como nós, dê uma pesquisada no YouTube que vocês vão achar tributos de muitas, muitas bandas!
Já faz um tempinho que fiz um post falando sobre o quanto gosto de cachos, e postei algumas imagens para servir de inspiração apra quem decidiu largar a ditadura do cabelo liso e assumir os cachinhos (nhom nhom), alguém aqui se lembra?
Mas como em boa parte dos nossos posts, acabamos esquecendo dos garotos, mas calma, um dos leitores assíduos do blog fez questão de lembrar:
"Me lembro que há um tempo vocês fizeram um post sobre cabelos cacheados femininos, acho que reunia algumas capas de revistas também, não é? Então, eu resolvi assumir que eu tenho cachos e quero alguns exemplos inspirantes... Geralmente penso no Andrew VanWyngarden ou no George Craig, vocês sabem outros?" - Speed
Por isso decidi coletar algumas imagens inspiradoras para ajudar nosso colega, e quem sabe até outros leitores.
Entre essa coleção de garotos com cachinhos estão Ray Toro do My Chemical Romance, Andrew VanWyngarden e Ben Goldwasser do MGMT, Zach Condon do Beirut, Daley (que canta em Doncamatic do Gorillaz), Mika, Nick Jonas, Robert Sheehan de Misfits, George Craig, galerinha do The Kooks e Elijah Wood de O Senhor Dos Anéis. Tentei achar vários tipos de cachos e vários cortes diferentes, dos mais compridos aos mais curtos, dos mais antiquados aos mais moderno, provando que você pode sim fazer um corte mais "diferente" quando tem cabelo cacheado.
Espero que tenha sido útil para os garotos, prometo que mais posts dedicados à nós virão. E lembrem-se, para manter cachinhos divos não é fácil, tem que mantê-lo bem hidratado e na maioria das vezes usar produtos como pomadas para deixá-lo certinho.
Como esperado, fiz uma review faixa por faixo do meu álbum favorito do 2010, o Danger Days: The True Lives Of The Fabulous Killjoys, que apesar de ter vazado na semana passada, foi lançado oficialmente hoje. Se você ainda não ouviu, aproveite para ouvir tudo aqui no post, e se já ouviu, aproveite a review.
Look Alive, Sunshine
É o “oizinho” do álbum. E se um álbum quer me conquistar, comece com uma ótima introdução. Ou seja, fui conquistado já no início, certo?
Na Na Na (Na Na Na Na Na Na Na Na Na)
O primeiro single é uma das melhores músicas da banda até hoje. Mostra perfeitamente o quão eternamente jovens e criativos eles são, se encaixa perfeitamente ao conceito do álbum, e uma das poucas músicas com mantras sendo repetidos incansavelmente que não tem uma letra idiota. Cheio do trechos memoráveis, citações, e claro, My Chemical Romance completamente revitalizado. A faixa já saiu faz um tempo, mas eu continuo ouvindo e ouvindo. E o melhor é que não é só comigo, que sou fã e meio suspeito para falar, a música já é um hit universal.
Bulletproof Heart
O início me deu um pouco de medo. Receio que que o álbum viesse a ser totalmente e seguisse a vibe atual do eletrônico 30 Seconds To Mars. Thanks God, eu estava completamente errado. Bulletproof Heart se encaixaria perfeitamente na trilha sonora de algum filme adolescente, daqueles bem “alternativos” que nós adoramos, sabe? E está mais para Green Day do que para 30 Seconds To Mars. O legal dela é que é paixão a primeira vez que você escuta, muito boa mesmo. E apesar de ter alguns elementos mais synth, não deixa de ter os riffs maravilhosos. E a letra então? Awn.
SING
SING é daquelas que você precisa ouvir bastante para gostar. Demora para crescer, e o refrão é o que podemos chamar de “básico”, "sem sal", não é de impressionar, não foi a melhor escolha para o segundo single. A canção fica melhor depois da metade, e como disse, após ouvir bastante você consegue criar afeto pela faixa. Aliás, já possui vídeo, e digamos que é daqueles tão bons que te fazem gostar mais da música.
Planetary (GO!)
Já começa completamente diferente de tudo feito pela banda até agora, mas não é do tipo que assusta os fãs mais devotos da banda. Música para festa maneirinha, melodia maneirinha com letra maneirinha. Gerard voltou a gritar nesse álbum, o que para mim é um super bônus para o Danger Days. Planetary (GO!) é daquelas canções onde todos tem orgasmos múltiplos ao ouvir um certo trecho da música, e para mim é quando o Gerard diz “and never go home”. Vai agradar a muitos não-fãs da banda, e não decepcionará os verdadeiros seguidores.
The Only Hope For Me Is You
The Only Hope For Me Is You já havia vazado, e tive o mesmo receio que tive ao ouvir SING. Um início completamente synth, que incrivelmente vai para um refrão que é algo como o I Don’t Love You do Danger Days. Não, não estou dizendo que a melodia seja parecida, mas sim que sinto o mesmo com as duas, vontade de cantar, gritar...Canção romântica, pessimista e super lindinha. Não chega aos pés de sua antecessora, I Don’t Love You, mas é com certeza a que mais chega perto no novo álbum.
Jet-Star And The Kobra Kid/Traffic Report
AAAH, amo muito tudo isso. Adoro álbuns conceituais, introduções e etc. Deve ser por isso que amo tanto o os dois últimos álbuns do MCR e o primeiro álbum do Panic! At The Disco. Party Poison
Feat. Amy & Yumi? Não, mas que a garota falando em japonês no início lembra muito, ah, lembra sim. My Chemical está muito mais punk nesse novo álbum, e Party Poison é mais uma prova. É a falecida "Death Before Disco", que fica muuito melhor nessa nova versão. É uma de minhas preferidas, e além de que daria um ótimo single, também é maravilhosa ao vivo, quem concorda?
Save Yourself, I'll Hold Them Back
Olha, mais uma dose de mantras viciantes, dessa vez “lalala’s”, me lembra bastante as antigas da banda. Não preciso nem comentar sobre a letra, não é? Conceitual, inspiradora e maravilhosa como todos os trabalhos anteriores da banda. O que mais adoramos é o “You motherfucker!”, canto junto berrando.
S/C/A/R/E/C/R/O/W
A melhor canção do álbum, uma de minhas favoritas do My Chemical Romance de todos os tempos. Todos aqui já devem saber que eu sou “o garoto das artes”, que estou sempre escrevendo e desenhando por aí, e o que eu mais admiro em uma banda é quando ela é capaz de me inspirar através de uma música. A voz do Gerard no refrão está super fininha, sussurrada e abafada, foi amor a primeira vista, na primeira vez que ouvi já estava cantarolando o refrão por aí. Eis o pedaço do paraíso em Danger Days.
Summertime
Talvez seja pela ordem no álbum, ouço tanto a canção anterior que acabo ouvindo a próxima com mais freqüência também. Ela é simplesmente incrível, seu inicio me remeteu a “Smile Like You Mean It” do The Killers, que aliás, é uma cnação que me deixa em drogas-cantando-balançando. Bem final de tarde do verão, como o título, Summertime. Refrão digno demais.
DESTROYA
Fuck Yeah! É a parte mais pesada do Danger Days, meio heavy metal, com vocais bem gritados do Gerard, “You don't believe in God. I don't believe in luck. They don't believe in us. But I believe we're the enemy!”. Vários “DESTROYA” são gritados na faixa, o que dá um ar meio “screamo” para a canção. Uma das melhores do álbum.
The Kids From Yesterday
MGMT + punk-rock = Início de The Kids From yesterday. Claro que como todas as outras faixas do álbum, a música se revela surpreendente e diferente da primeira impressão ao passar do tempo. Foi colocada no lugar certo, no finalzinho do álbum, e não sei bem dizer o motivo, mas ela é completamente “the end”.
Goodnite, Dr. Death
Mais Dr. Death! E sim, vamos sentir muita falta dele, esperamos que tenhamos um pouco mais de Dr. Death na divulgação do álbum. Ah, não se assustem com o final...
Vampire Money
My Chemical Romance resolve demonstrar sua paixão por vampiros novamente em Vampire Money, não acredito que seja a faixa correta para finalizar o álbum. Mas e daí? O que eu sei, não é mesmo? É uma ótima faixa, mais Gerard gritando. Amo mesmo, só não acho que seja “o final perfeito”...
O álbum terminou, eu simplesmente amei mesmo. É de longe meu favorito nesse ano, e como a NME disse, “Podemos considerar o rock'n'roll salvo”. Mas ainda assim não acho que o álbum tenha superado seus anteriores, o que seria muito difícil mesmo. Ei, espere, não foi exatamente isso que quis dizer....Os álbuns são realmente muito diferentes, é idiota comparar, só acho que prefiro “a marca musical” dos outros álbuns, pois em questão de qualidade eles todos estão no mesmo nível.
A quantidade de novidades que andam saindo da banda My Chemical Romance é tão grande que até ficamos felizes. Com o "Danger Days: The True Lives Of The Fabulous Killjoys" para ser lançado no fim do mês, a banda de rock americana veio com nossa tão falada "Na Na Na", e agora divulgou a preview do vídeo do próximo single, "Sing"!
Veja abaixo:
Ficou medonho, misterioso (assim como a própria atmosfera do álbum.), com cara de trailer de filme, e fez até aumentar a minha vontade de ouvir o álbum, mesmo não sendo fã da banda. Só sei que adoramos muito, e temos grandes expectativas para o Danger Days!
Alguma teoria? Crítica? Opinião? Comente plz, adoramos descobrir novas opiniões e saber que nossos leitores interagem conosco. xx! <3
OMFG, acabou de ser divulgado o tão esperado vídeo para a canção “Na Na Na” da banda My Chemical Romance. Ele é praticamente uma versão extendida do trailer do álbum intitulado Art Is The Weapon. Somos introduzidos aos Killjoys e seus oponentes. O vídeo é todo artístico e claramente inspirado em Tarantino (que também foi inspiração para Telephone de Lady GaGa, aliás, a lanchonete é a mesma em ambos os vídeos) e a década de 70.
Confiram:
Ele é simplesmente tão divertido! É como assistir Power Rangers, perfeito. Parece que os Killjoys não terminaram tão bem nessa, não é? Espero que se saiam melhor na próxima batalha. E preciso saber o que acontece com a mini-Ray.
Eles finalmente estão de volta, e melhores do que nunca. FUCK YEAH!
OMFFFG, acaba de vazar o novo single dos Killjoys, ou melhor, My Chemical Romance, The Only Hope For Me Is You, e tem um refrão mega forte e poderoso. Confesso que estranhei na primeira vez que ouvi...Mas nossa, tudo mudou quando o refrão chegou.
Ouçam:
A música deveria sair amanhã na amazon.com, mas sabe como é, sempre vaza antes.Eu estava morrendo de saudades de tudo isso, e agora que saiu não consigo acreditar.
A faixa promete ser a nova “I Don’t Love You”, em termos de público, claro, porque para mim nunca haverá uma “I Don’t Love You 2.0”. Soa como nosso My Chem de sempre, mas com um novo ânimo e mais experimento. The Only Hope For Me Is My Chemical Romance!
AAAH, a cada dia minha ansiedade aumenta. Acho que irei morrer ao ouvir o Danger Days: The True Lives of the Fabulous Killjoys, que sera lançado no dia 22 de Novembro, mas deve vazar alguns dias antes.
O motivo para meu surto foi ter saido uma pequena preview do vídeo de “Na Na Na”, que é meio que uma versão extendida do Art Is The Weapon. Confiram:
OMFG, os cabelos ao vento, as expressões, o cabelo do Mikey, o jornal, e FINALMENTE temos a chance de ver o rosto do cara afeminado de patins. Se você ama “Na Na Na”, está fucking ansioso para o álbum, ou então pegaria o Gerard loiro, moreno ou ruivo, os comentários estão aí para vocês.
*Esse post foi feito sobre influência de remédios para ansiedade, por favor, ignore os surtos e todos os meus comentários pessoais.*
E para quem quer saber no que tudo isso vai dar, falta pouco, quinta-feira, 14 de Outubro o vídeo estará disponível na íntegra para todos nós. xx
O "bafafá" virtual teve início quando postaram um artigo no NME (primeiro site a ouvir o "Danger Days: The True Lives Of The Fabulous Killjoys") sugerindo que My Chemical Romance teria “plagiado” a música “Zuton Fever” da banda The Zutons.
A canção é de 2004, e eu mesmo notei uma semelhança entre as duas. Reparem bem nos riffs iniciais de “Zuton Fever” e depois nos versos de “Na Na Na”.
Coincidência? Inspiração? Nem sequer é parecido? Deixe sua opinião nos comentários.
My Chemical Romance está de volta e muitos fãs estão apreensivos sobre esse novo trabalho “mais alegre” da banda. “Na Na Na”, o primeiro single do álbum “Danger Days: The True Lives of The Fabulous Killjoys” é incrível, e o novo visual da banda não fica devendo nada aos dos álbuns anteriores. A revista NME foi a primeira a publicar a review de faixa por faixa do novo álbum, afirmando que podemos “considerar o rock'n'roll salvo”.
Lá em fevereiro eu ouvi seis músicas que aparentemente eram destinadas ao quarto álbum do My Chemical Romance, esperado para Abril. Foi empolgante. Gerard Way disse-me posteriormente como eles estavam cansados de se esconder por trás de alter-egos e estavam apressados em fazer um álbum de rock "back-to-basics".
As músicas eram boas, algumas delas eram incríveis. Mas com a fabulosa retrospectiva, tudo parecia soar muito mundano. Não muito depois, Bob Bryar abandonou a banda em circunstâncias que ainda permanecem misteriosas. Então, a banda anunciou que eles estavam voltando a fazer mais algumas alterações. Ainda bem que fizeram. Porque depois do que pareceu uma eternidade, na sexta-feira fui até sua gravadora acompanhado de guarda-costas armados (brincadeira) e ouvi o álbum assim que ele foi materializado. E MEU DEUS, vocês vão gostar disso.
"Danger Days: The True Lives of The Fabulous Killjoys" muda as regras do jogo do mesmo jeito que "The Black Parade" fez, e ao mesmo tempo consegue ser completamente diferente deste em cada detalhe. Ele exibe os gostos geniais da banda com relação ao absurdo e estranho em um recorde com um amor alegre e os prazeres "machos" do rock'n'roll old school. O jazz não está visível a olho nu, mas está lá mesmo assim.
Das músicas que ouvi em fevereiro, quando Gerard acreditava que seu álbum estava terminado, o rock-garagem "Black Dragon Fighting Society" e a balada "Light Behind Your Eyes" me deixaram completamente atônito. Este é o melhor CD de rock do ano de uma maneira que você acabará sentindo-se até mesmo envergonhado por todos os outros que virão. E isto não é exagero. No ato final de 2010, considere o rock'n'roll salvo.
"Look Alive, Sunshine" O DJ de rádio pirata, Dr. Death Defy dá as boas vindas aos Killjoys com um incrível toque de clarim. É a parte do começo do trailer, basicamente.
"Na Na Na" O single, como você já deve saber. Um espetáculo de garagem de algo que reinventa My Chemical Romance como bandidos em um rally de Motocross. A questão é, por mais eletrizantemente novo e inusitado que tudo possa parecer, esta é na verdade a coisa "mais MCR até agora" que poderão encontrar aqui. Daqui em diante, cancelem todas as suas apostas.
"Sing" Começando de uma maneira esquiva e até mesmo amedrontada, "Sing" acaba por explodir para uma nova gritaria, e daí para uma gritaria mais eufórica, até chegar a um amontoado de coisas diferentes trabalhando juntas como ondas sujas saindo de um baixo ao redor de Gerard enquanto ele canta, "You've got to be what tomorrow needs". Este é provavelmente o segundo single.
"Planetary (Go!)" Segue mais à frente com o rock, sustentado por um toque de Giorgio Moroder ao fundo, assim trazendo um som parecido com o de "guitarras-metralhadoras" e atingindo o lado masculino do álbum.
"The Only Hope For Me Is You" A versão original que ouvimos desta música foi a emocional balada intrínseca em "I Don't Love You". Aqui ela é apresentada de uma maneira mais teatral. Incrível.
"Jet-Star And The Kobra Kid / Traffic Report" Dr. Death Deft está de volta com um relatório de trânsito, e a instrução de "morrer usando sua máscara, se for preciso".
"Party Poison" Versões ao vivo desta música estão em todo lugar da Internet na sua "versão" original de "Death Before Disco". A nova é mais horripilante. "This ain't a party / get off the dancefloor / you wanna get down / I wanna gang war".
"The Scarecrow Blues" Essa é a melhor música. Um HINO ridiculamente gay. Exceto que nada é tão simples assim - o hino é enterrado sob toneladas de sujeira, tanto que você mal consegue ouvir o vocal. BRAVO.
"Anytime You Want" Uma incrível música pop com um irresistível esplendor de Hall and Oates, e provavelmente o refrão mais memorável.
"Destroyah" O ritmo tribal-gótico é trazido pela guitarra, repetidamente como o heavy metal Stone Roses tocando algo de The Rocky Horror Show, culminado por Gerard ao repetir o título de novo e de novo e de novo. Incrivelmente pesado, e portanto brilhante.
"The Kids From Yesteday" Não me lembro muito deste em particular porque ainda estava me recuperando de "Destroyah". É um pouco devagar e varrido pelo vento.
"Goodnite Dr Death" E nosso patrão sai de cena, seguido por algo tão hilário e brilhante que eu consideraria um spoiler se contassemos sobre isso agora.
“Vampire Money” Clássico rock de garagem estilo Stooges, de um modo meio Diabo da Tasmânia dos Looney Toons. Os integrantes se fazem de palermas, enlouquecem, gritando ao pôr-do-sol. RESULTADO.
A tradução foi feita pela nossa diva, Poty, que está sempre nos auxiliando.
A banda também postou um vídeo fucking fantástico com a letra de “Na Na Na” no Youtube, vale a pena conferir: