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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Confira entrevista e capa do "Vices & Virtues"!



E para a nossa alegria, cada vez mais coisinhas novas sobre Panic! At The Disco vão saindo por aí. Como vocês sabem, o grande motivo para elas é o tão aguardado "Vices & Virtues", o terceiro álbum de estúdio de uma de nossas bandas preferidas.

Pois então, ficamos bastante contentes com "The Ballad Of Mona Lisa", o carro-chefe do álbum, que você pode ouvir no lyric video abaixo:



Já notamos a presença de um novo "A Fever You Can't Sweat Out" no próprio single, e que só é reforçado em uma recente entrevista feita pela MTV aos restantes integrantes da banda, Brendon Urie e Spencer Smith. Confira a tradução feita pelo Panic! At The Disco Brasil (que é uma das nossas maiores fontes sobre a banda, obrigada!) abaixo:

"Da última vez que falamos com o Panic! At The Disco, Brendon Urie e Spencer Smith tinham acabado de lançar "New Perspective", uma música que eles escreveram para o filme de terror com Megan Fox "Jennifer's Body". Eles tinham acabado de começar a abrir shows para o Blink-182 e apenas dois meses depois da saída de Ryan Ross e Jon Walker, que estavam a 10 meses de lançar seu primeiro álbum como The Young Veins.

Então sim, faz um tempinho.

Mas nas semanas recentes, Panic! tem lentamente começado a voltar aos holofotes. Eles anunciaram planos para um novo álbum – Vices & Virtues, a ser lançado em 29 de Março – e lançaram seu primeiro single para esse disco, "The Ballad Of Mona Lisa", que saiu no dia 1°de Fevereiro. E eles acabaram de lançar um clipe para a música, dirigido pelo colaborador de muito tempo Shane C. Drake.

MTV News estava na locação com a banda durante a gravação, e como não podemos revelar nenhum detalhe ainda, nós demos um jeito de perguntar a Urie e Smith um pouco sobre o single e o álbum, ambos que, ao menos parece, estão intrinsecamente ligados.

"Basicamente, todas as músicas, incluindo "Mona Lisa", meio que tocam no nome do álbum... "Vices & Virtues", e de uma forma ou de outra, pelo menos um dos 10 vícios ou virtudes estão representados em cada música", Urie disse. "São pequenas coisas que eu não sabia que eram vícios ou virtudes, até pesquisarmos. Eu fiquei tipo, 'eu não sei o que altruísmo significa, então vou pesquisar'. Coisas como lógica, orgulho, vaidade – eu posso ir dos dois jeitos. Então foi bem interessante ler sobre isso."

"E isso fez sentido, porque todas as músicas no álbum vão para todos os lados", ele continua. "Elas não se parecem em nada, e é tipo 'Como isso tudo se encaixará junto?' e depois meio que fez sentido. Foi meio que sorte."

E mesmo Vices sendo uma mistura, o Panic! não poderia ter feito o álbum de outro jeito, e eles tem certeza que os fãs vão estar felizes com o resultado – especialmente os fãs que clamam pelo retorno dos dias de "A Fever You Can't Sweat Out".

"Estivemos trabalhando nas músicas por volta de um ano e meio, então acho que isso meio que conta para as músicas serem de tantos estilos diferentes", falou Smith. "Parte dele somos nós no começo tentando descobrir o que queríamos fazer – tivemos uma nova oportunidade só com nós dois – e assim que meio que descobrimos o que isso era, a coisa meio que andou... Acho que tem coisas do primeiro álbum que nós meio que deixamos de lado no segundo que pessoas que são fãs do primeiro vão gostar."

E você está feliz por saber que o Panic! vai voltar para os dias do Fever? Deixe-nos saber nos comentários!"


Bem, nós sim, e muito. Acho que vamos adorar o recheio por sermos eternos fãs do Fever, ainda mais com essa pequena "introdução" do que está por vir com "The Ballad Of Mona Lisa". Mas, entre essas novidades, é incluída a divulgação da capa do álbum, agora em alta qualidade, logo abaixo:



*imagem redimensionada. arraste a imagem para a barra de endereços para visualização completa.*

De novo senti uma forte lembrança ao primeiro álbum, porém achei a capa menos artística do que as anteriores. Tudo bem, está cheio de elementos misteriosos que eu estou louca para descobrir (tipo o cara da máscara, AAAH) e só o Brendon e o Spencer lindões já garantem tudo, MAAAS enfim.

Eu realmente espero que esse próximo álbum seja mais perfeito do que os outros (se é que é possível, né.), e estou cada dia mais ansiosa. xx

terça-feira, 28 de setembro de 2010

NME afirma que o novo álbum do My Chemical Romance salvará o rock 'n' roll



My Chemical Romance está de volta e muitos fãs estão apreensivos sobre esse novo trabalho “mais alegre” da banda. “Na Na Na”, o primeiro single do álbum “Danger Days: The True Lives of The Fabulous Killjoys” é incrível, e o novo visual da banda não fica devendo nada aos dos álbuns anteriores.
A revista NME foi a primeira a publicar a review de faixa por faixa do novo álbum, afirmando que podemos “considerar o rock'n'roll salvo”.

Eis a matéria traduzida na íntegra:

Lá em fevereiro eu ouvi seis músicas que aparentemente eram destinadas ao quarto álbum do My Chemical Romance, esperado para Abril. Foi empolgante. Gerard Way disse-me posteriormente como eles estavam cansados de se esconder por trás de alter-egos e estavam apressados em fazer um álbum de rock "back-to-basics".

As músicas eram boas, algumas delas eram incríveis. Mas com a fabulosa retrospectiva, tudo parecia soar muito mundano. Não muito depois, Bob Bryar abandonou a banda em circunstâncias que ainda permanecem misteriosas. Então, a banda anunciou que eles estavam voltando a fazer mais algumas alterações.
Ainda bem que fizeram. Porque depois do que pareceu uma eternidade, na sexta-feira fui até sua gravadora acompanhado de guarda-costas armados (brincadeira) e ouvi o álbum assim que ele foi materializado. E MEU DEUS, vocês vão gostar disso.



"Danger Days: The True Lives of The Fabulous Killjoys" muda as regras do jogo do mesmo jeito que "The Black Parade" fez, e ao mesmo tempo consegue ser completamente diferente deste em cada detalhe.
Ele exibe os gostos geniais da banda com relação ao absurdo e estranho em um recorde com um amor alegre e os prazeres "machos" do rock'n'roll old school. O jazz não está visível a olho nu, mas está lá mesmo assim.

Das músicas que ouvi em fevereiro, quando Gerard acreditava que seu álbum estava terminado, o rock-garagem "Black Dragon Fighting Society" e a balada "Light Behind Your Eyes" me deixaram completamente atônito.
Este é o melhor CD de rock do ano de uma maneira que você acabará sentindo-se até mesmo envergonhado por todos os outros que virão. E isto não é exagero. No ato final de 2010, considere o rock'n'roll salvo.



"Look Alive, Sunshine"
O DJ de rádio pirata, Dr. Death Defy dá as boas vindas aos Killjoys com um incrível toque de clarim. É a parte do começo do trailer, basicamente.

"Na Na Na"
O single, como você já deve saber. Um espetáculo de garagem de algo que reinventa My Chemical Romance como bandidos em um rally de Motocross. A questão é, por mais eletrizantemente novo e inusitado que tudo possa parecer, esta é na verdade a coisa "mais MCR até agora" que poderão encontrar aqui. Daqui em diante, cancelem todas as suas apostas.

"Sing"
Começando de uma maneira esquiva e até mesmo amedrontada, "Sing" acaba por explodir para uma nova gritaria, e daí para uma gritaria mais eufórica, até chegar a um amontoado de coisas diferentes trabalhando juntas como ondas sujas saindo de um baixo ao redor de Gerard enquanto ele canta, "You've got to be what tomorrow needs". Este é provavelmente o segundo single.

"Planetary (Go!)"
Segue mais à frente com o rock, sustentado por um toque de Giorgio Moroder ao fundo, assim trazendo um som parecido com o de "guitarras-metralhadoras" e atingindo o lado masculino do álbum.


"The Only Hope For Me Is You"
A versão original que ouvimos desta música foi a emocional balada intrínseca em "I Don't Love You". Aqui ela é apresentada de uma maneira mais teatral. Incrível.

"Jet-Star And The Kobra Kid / Traffic Report"
Dr. Death Deft está de volta com um relatório de trânsito, e a instrução de "morrer usando sua máscara, se for preciso".

"Party Poison"
Versões ao vivo desta música estão em todo lugar da Internet na sua "versão" original de "Death Before Disco". A nova é mais horripilante. "This ain't a party / get off the dancefloor / you wanna get down / I wanna gang war".



"The Scarecrow Blues"
Essa é a melhor música. Um HINO ridiculamente gay. Exceto que nada é tão simples assim - o hino é enterrado sob toneladas de sujeira, tanto que você mal consegue ouvir o vocal. BRAVO.

"Anytime You Want"
Uma incrível música pop com um irresistível esplendor de Hall and Oates, e provavelmente o refrão mais memorável.

"Destroyah"
O ritmo tribal-gótico é trazido pela guitarra, repetidamente como o heavy metal Stone Roses tocando algo de The Rocky Horror Show, culminado por Gerard ao repetir o título de novo e de novo e de novo. Incrivelmente pesado, e portanto brilhante.

"The Kids From Yesteday"
Não me lembro muito deste em particular porque ainda estava me recuperando de "Destroyah". É um pouco devagar e varrido pelo vento.

"Goodnite Dr Death"
E nosso patrão sai de cena, seguido por algo tão hilário e brilhante que eu consideraria um spoiler se contassemos sobre isso agora.

“Vampire Money”
Clássico rock de garagem estilo Stooges, de um modo meio Diabo da Tasmânia dos Looney Toons. Os integrantes se fazem de palermas, enlouquecem, gritando ao pôr-do-sol. RESULTADO.

A tradução foi feita pela nossa diva, Poty, que está sempre nos auxiliando.

A banda também postou um vídeo fucking fantástico com a letra de “Na Na Na” no Youtube, vale a pena conferir:



E a ansiedade só aumenta! xx

sábado, 18 de setembro de 2010

Conheça um pouco mais de Florence + The Machine em entrevista!



É muito bom para quem viu Florence + The Machine chegando ao underground e agora podendo a ver se apresentar no VMA. O projeto musical de Florence Welch é único, e nós do blog somos fãs declarados e fazemos questão de propagar tal perfeição musical.
É por isso que estamos disponibilizando uma entrevista que Florence concedeu ao New York Post traduzida, esperamos que conheçam um pouco mais dessa britânica que conquistou nossos corações:


PW: Sua performance foi incrível. Você gostou de realizá-la?
Florence: Assim que eu consegui cantar a primeira nota, eu relaxei. Uma hora eu tropecei no meu vestido e pensei, "oh não!", mas assim que eu fiquei compenetrada na performance, eu simplesmente me entreguei. Vocalmente, eu queria dar o meu máximo. A adrenalina estava subindo. Eu me coloquei sob uma pressão enorme por semanas/meses antes - chorando, sem dormir - o dia da apresentação em si foi ótimo.

PW: O que lhe fez ficar nervosa -- os telespectadores ou as celebridades na platéia?
Florence: Ambas as coisas. Pensar na quantidade de pessoas assistindo, no calibre dos artistas ali também se apresentando, o fato de eu estar em uma plataforma enorme e que tudo poderia acabar horrivelmente errado foi aterrorizante.

PW: Então você ainda não assistiu sua performance, mas sente que se saiu bem.
Florence: Haviam fortes detalhes técnicos nela, mas foi tudo muito divertido - foi também a primeira vez que uma dança contemporânea foi apresentada no VMA. Eu quase chorei a primeira vez que vi os dançarinos se apresentando porque era simplesmente tão gracioso - ver a interpretação deles da minha música, e a paixão deles, foi fantástico. Se apresentar com pessoas que estão empolgadas de estarem ali, faz tudo valer a pena.



PW: E, agora todas as pessoas equivocadas que não conheciam Florence + The Machine anteriormente finalmente descobriram que você é muito mais do que só a garota da trilha sonora de "Eat, Pray, Love".
Florence: (risos) Verdade. Eu sou sempre bem cautelosa sobre quais músicas eu coloco em propagandas e coisas do tipo, mas eu vi o trailer e achei que o filme seria muito bonito. Eu amei o cenário e a Julia Roberts - e, minha música parecia combinar com tudo.

PW: Eu imaginaria que tendo "Dog Days Are Over" tão onipresente serviria de grande ajuda para você.
Florence: Oh sim, em várias maneiras. É difícil "quebrar" os Estados Unidos e minha música não parece se encaixar em lugar nenhum porque ela é simplesmente muito diversa. Algumas músicas no álbum poderiam funcionar para estações de rock, outras em estações de músicas alternativas, e nos Estados Unidos as rádios são bem específicas. E por eu não me encaixar em gênero algum, é difícil conseguir ser tocada. Então, de um certo modo, isso foi perfeito para mostrar mais da minha música nos Estados Unidos.



PW: Você conseguiu descobrir a que gênero sua música pertence?
Florence: Nós costumávamos chamar de Choral Choir Crash. Como freiras caindo de um elevador. (risos)

PW: Descobri que seus fãs são realmente uns dos mais apaixonados no mundo da música atualmente.
Florence: Todos estão sendo muito amáveis e me apoiando bastante. No meu aniversário, meus fãs me deixaram adoráveis mensagens e um deles juntou todas elas em um só cartão de aniversário e enviou para mim. Entre toda a minha família e amigos, o melhor presente veio dos meus fãs.

PW: Esse é um sentimento que todos os seus fãs parecem expressar?
Florence: As pessoas parecem ter uma resposta muito emocional à música, o que é incrível porque para mim, música sempre foi um tipo de proteção. Ela te define - é sua armadura e te leva para outro lugar onde você se sentirá seguro. Música sempre significou isso para mim, então de algum modo se eu posso fazer outras pessoas sentirem isso, isso me fará sorrir.



PW: Você é uma boa viajante?
Florence: Eu sempre choro em aviões. Assistindo episódios antigos de 30 Rock, jogando Angry Birds e lacrimejando porque tudo me faz chorar. Em aviões, as lágrimas simplesmente rolam - acho que porque eles botam oxigênio extra no ar. Mas aviões podem ser um bom lugar para escrever músicas, especialmente porque eu sou uma pessoa que se entedia fácil.

PW: Você já escreveu algo pro próximo álbum?
Florence: Sim, eu escrevi duas músicas novas - uma chamada "Strangeness & Charm", que eu vim tocando bastante. Espero que consigamos tocar mais uma nova. Uma música é sobre estar com medo de enlouquecer - ouvir vozes em sua mente enquanto tenta dormir. Eu tenho alucinações de auditório quando estou adormecendo. Sonhos de auditório - algo alto, como uma palavra, que será dita muito alto na minha cabeça e irá me fazer acordar. Tinha uma música sobre isso e era muito agressiva. Muita bateria e coral a levam a um outro nível.

Créditos: A Poty minha amigona do coração alfabetizada em inglês que traduziu tudo pra gente.

Amamos muito a simpatia de Florence na entrevista, e deixamos vocês com a versão ao vivo de Strangeness & Charm (que estará no futuro novo álbum de Florence).



xx